segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

FELIZ ANO NOVO!!!

Nós que fazemos o blog News Hospitalar FG desejamos a todos um Feliz Ano Novo!!! Que este novo ano possa vir repleto só de coisas boas para todos nós. Agradecemos a todos que acessam o nosso blog em buscar de cultura e diversão, e prometemos que em 2008 o blog virá com novidades. Até 2008!!!
Quem tiver alguma sugestão de conteúdo para o nosso blog, envie para news_hospitalar@yahoo.com.br e será atendida na medida do possível.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Matérias interessantes!!!

Depois do natal estamos de volta com matérias interessantes que saíram na web. Boa leitura!

A profissionalização dos blogs

Por Tárcio Fonseca

Vimos neste ano os blogs brasileiros ganharem visibilidade e respeitabilidade como publicações sérias. O crescimento na informatização do nosso País e o aumento no número de blogs incentivou a profissionalização dos blogueiros como grandes agentes de comunicação e informação na web. A velocidade e o caráter opinativo, de debater os fatos e de expressar os mais variados pontos e vista é que fazem dos blogs um sucesso. As empresas e jornais viram isso e passaram a criar espaços para que seus profissionais publiquem suas opiniões na internet.Uma outra característica que fortaleceu o mundo dos blogs nacionais foi a idéia de grupos de ajuda mútua, onde um blogueiro linka sua página a outras e assim por diante. Neste contexto foi criado um verdadeiro mundo dos mais diversos autores e assuntos. Esse mundo foi denominado ‘Blogosfera Brasileira’, contando, inclusive com um mapa próprio. Desenhado por Dahmer, do site de tirinhas de humor ácido malvados. com. br, o mapa divide a "blogosfera" em continentes, cada um destacando blogs com algumas características em comum, como informação jornalística, humor e conteúdo sexual. O mapa também traz os links para se entrar em cada um dos blogs listados, bastando que o internauta clique no país desejado.

Acessado em: www.folhape.com.br (edição digital de 26/12/2007).

Google: O ideal de Drucker?

Por Andrei Lima

Sergey Brin e Larry Page provavelmente nunca leram The New Society, mas a cultura organizacional que ele criou é muito próxima da visão do autor.
Google divulgou recentemente impressionantes números de sua performance para o terceiro trimestre deste ano: os lucros aumentaram 46%, enquanto as receitas subiram 57%. Além disto, suas ações saltaram de $$, 6,14 (desde seu lançamento), para mais de $ 639. Mas são outros números que chamam mais a atenção: 17, $0, e 20%.
Eles referem - se, respectivamente, ao número de cafés no Campus Google em Mountain View (Califórnia); O que empregados gastam em todas as refeições e lanches comidos lá; e da quantidade de tempo que os funcionários podem trabalhar semanalmente em projetos pessoais que lhe interessem, e que não fazem parte de suas atribuições diárias.
Mais que qualquer organização conhecida, Google construiu um ambiente de trabalho que só pode ser descrito druckeriano - pré-druckeriano (druckerian—early druckerian), para ser mais preciso.
Começando com algumas de suas principais obras nos anos 40, Peter Drucker queria "trabalhar para refletir os valores sociais como a oportunidade, a comunidade, a solidariedade e as realizações individuais, e não apenas valores do negócio negócios como custo e eficiência", explicou o falecido filósofo da gestão ao seu biógrafo, Jack Beatty.
Naturalmente, muitas das empresas (bem como outros tipos de organizações) defendem esses princípios, que podem ser observados em diferentes graus.
A diferença é que o Google aplica estes princípios de forma integral, e não apenas através do seu muito famoso - lista de incentivos, que inclui dentre outras coisas: doces de graça, cabeleireiros e massagens (que não são gratuitos), exames médicos, aulas de ginástica, palestras, serviço de transporte, festas e eventos para a família (onde freqüentemente se encontram presentes os alto executivos da empresa - Larry Page, Sergey Brin e Eric Schmidt), premiação em dinheiro ao indicar alguém para trabalhar lá ou ao comprar um carro hibrido.
Na verdade, mais do que qualquer uma dessas coisas, mas sim a atmosfera que a empresa tem cultivado - Google's gestalt - que a coloca muito próxima da crença de Drucker de que a "a empresa não é apenas um instrumento econômico, mas sim uma instituição social."
Mais especificamente, a sua visão da era industrial, na qual os trabalhadores deveriam cuidar de seus Próprios assuntos, e ao fazê-lo, ganhar recompensas que iriam além de seus salários. Drucker, em seu livro The New Society (1949), escreveu sobre a demanda dos trabalhadores "para um grupo fechado e com boas relações com os seus colegas de trabalho, para as boas relações com seus supervisores, de avanço e, sobretudo, para o reconhecimento como seres humanos, para prestígio e satisfação social, para o estatuto e as funções. "
No Google, não existe uma "fábrica" por si só. Mas empregados usando uma linguagem muito semelhante à visão de Drucker quando descrevem seus empregos de alta tecnologia. "É como uma aldeia", diz Dan Ratner, um engenheiro mecânico, que se juntou a empresa há cerca de dois anos.
Os almoços e jantares servidos no Café Pintxo, o tabuleiro - Asian Pacific Café, e qualquer um dos outros restaurantes em torno Googleplex (como é conhecida a sede) são espetaculares. Mas o que mais sacia o apetite de Ratner é a camaradagem e troca de idéias que ocorrem entre mordidas.
Não é incomum, diz ele, utilizar as conversas na hora da refeição para desenvolver um novo projeto ou colaboração, freqüentemente envolvendo outros empregados desconhecidos até então. Assim que isso acontecer, Ratner pode começar a executar sua idéia, usando seus 20% de tempo livre (com apoio do Google, que fornece, sem aprovação gerenciais, suprimentos básicos), construir um protótipo de sua idéia com alguns de seus novos colegas, e começar a medir a eficácia de seu projeto.
As melhores inovações são apresentadas para um supervisor e, podem finalmente ganhar status de um projeto formal e financiamento. As idéias que não são tão quentes, em geral, desaparecem rapidamente. "É um lugar competitivo", diz Ratner.
O Google não revela quanto gasta com sua miríade de benefícios para seus empregados. Segundo um relações públicas da empresa, não é possível quantificar o efeito de todas estas benesses sobre a produtividade. É evidente, no entanto, que esta a cultura traz dividendos. Entre os projetos que surgiram a partir de 20% tempo livre estão Gmail, o Google News, Orkut e o Google Earth.
Para Ratner, no entanto, mesmo as idéias que são descartadas têm um enorme valor. O simples ato de persegui-las, diz ele, mostra que "o empreendedor" ou "artista" reside dentro de cada um dos mais de 15.000 empregados. Ela atende a "necessidade de criar que existe em todos os seres humanos", acrescenta ele.
Deve-se notar que todas estas ofertas são relativamente fáceis de prever quando quase tudo parece estar indo sem um distúrbio e a imagem financeira da organização se apresenta tão brilhante.
Caso o Google venha no futuro a tropeçar - como já aconteceu com inúmeras outras empresas, que pareciam invencíveis - é que todo este seu empenho será realmente testado.
Ao longo do tempo, Drucker desistiu da noção de existir uma "fábrica comunidade" convencido, infelizmente, que a maioria das empresas foi consumida pelo foco no resultado. Também se tornou mais difícil para promover uma comunidade-empresarial - devido a diversas normas de segurança no trabalho e outras obrigações trabalhistas que começaram a surgir tanto nos EUA como em outras partes do mundo. Ao final dos anos 1980, Drucker começou a olhar para o setor sem fins lucrativos como o único que "dá as pessoas um sentimento de comunidade, dá fim, dá sentido."
Talvez ele tenha abandonado este modelo de "local de trabalho como uma instituição social" demasiado cedo. Mas quem poderia ter adivinhado que a empresa que mais compreende as mudanças no mundo atual em 2007 teria adotado tão corajosamente um conceito que Drucker lançou mais de meio século atrás?


Felicidade é um reflexo da motivação?

Por Patrícia Bispo - RH.com.br

O mercado globalizado enfrenta uma constante avalanche de mudanças e, naturalmente, esse fato reflete tanto nas ações de uma empresa quanto nas atitudes das pessoas que nela atuam. No primeiro caso, a contratação de bons economistas mesclados com o acompanhamento atento das bolsas de valores podem acalmar a alta direção. No outro, como não mais se trata de cifras e sim de seres humanos – um conjunto de inúmeras emoções e necessidades individuais, a situação muda completamente. Afinal, uma empresa competitiva precisa contar com equipes sintonizadas ao negócio e motivadas.
Motivação... Essa tem sido uma preocupação permanente das empresas, pois dela depende o desempenho dos profissionais e, conseqüentemente, a obtenção de resultados e a superação de metas. Afinal, que fatores determinam o sucesso ou o fracasso de um programa motivacional? Por que estimular os colaboradores parece ser uma tarefa cada vez mais difícil para as empresas? Essas e outras questões circulam a mente de vários profissionais de Recursos Humanos e de gestores, que no dia-a-dia vivenciam a realidade corporativa e identificam altas e baixas no clima organizacional.
Para o Adonai Zanoni, administrador, consultor em Gestão de Pessoas e conferencista, sem dúvida alguma o grande desafio das organizações é manter as equipes motivadas. Entretanto, não basta apenas que a motivação faça parte da estratégia e da missão de uma empresa. É preciso muito mais: é necessário que os líderes tenham um profundo conhecimento da alma e das necessidades humanas, ou seja, conheça e acompanhe cada membro de sua equipe.
“Vivendo novos tempos, com novas oportunidades e com uma visão de negócios voltada para a gestão eficiente e de resultados, onde motivar significa transformar pessoas e ambientes, gerando oportunidades de crescimento para cada individuo. Motivar significa dar chances para que cada indivíduo encontre o seu lugar ao sol”, afirma, o consultor ao destacar que atualmente a ferramenta mais inteligente que tem sido utilizada na Gestão de Pessoas é a geração de benefícios. Dessa forma, além das organizações criarem um vínculo de bem-estar com o profissional, o mesmo percebe as suas vantagens e reage. Então, bons benefícios se traduzem em excelentes reações no ambiente de trabalho.
Quando questionado se uma empresa que motiva consegue alegrar os funcionários e gerar reflexos positivos no clima organizacional, Zanoni diz que as chances são expressivas. No entanto, ele alerta para o fato de que a alegria pode ser pode momentânea. O importante é criar um ambiente favorável ao desenvolvimento das atividades em médio e longo prazo, com uma liderança voltada para o desenvolvimento de talentos humanos.
Na visão do consultor, uma organização que conta com profissionais motivados e felizes possui foco nos colaboradores, nos clientes, nos fornecedores e na sociedade onde atua. Quando esses quatro quesitos são bem atendidos, forma-se uma empresa respeitada e amada.
Mas como identificar se os funcionários estão ou não felizes no ambiente organizacional? É preciso recorrer a determinadas ferramentas como a pesquisa de clima e a avaliação de desempenho. Contudo, é fundamental saber ouvir as pessoas e perceber o que realmente elas desejam. Em um bom bate-papo, por exemplo, os profissionais revelam detalhes interessantes do dia-a-dia na organização, o que nem sempre uma pesquisa de clima consegue captar através de um formulário, um questionário.
Além das ferramentas formais, Adonai Zanoni aconselha que a área de Recursos Humanos utilize outros recursos para conhecer os sentimentos dos colaboradores em relação às atividades e à empresa de uma forma ampla. Para isso, é preciso saber um pouco do universo de cada profissional. “É entender o colaborador e se seus anseios, sonhos, desejos, gostos e preferências estão sendo atendidos. É dar importância às suas idéias, investindo em conhecimento e educação, ampliando a sua participação nos processos de tomada de decisão e colocando-o num lugar de valor, gerando respeito e dignidade”, complementa.
Onde está o erro? – É notório que as organizações cada vez mais realizam ações direcionadas estimular a motivação e melhorar o clima corporativo. Mas, em alguns casos, apesar dos investimentos os resultados não são animadores e as equipes revelam índices de insatisfação preocupantes. O erro mais comum que as empresas cometem – ao investirem em ações motivacionais – é contratar um palestrante famoso ou fazer um evento de fim de semana cheio glamour e entusiasmo, e ter líderes que na segunda-feira detonam seus subordinados. Ao invés de jogarem dinheiro fora, antes de motivar as pessoas, as organizações devem trabalhar bem a mente e o comportamento dos seus líderes, gerar valor nas suas ações diárias e criar ambientes harmoniosos.
Por fim, Adonai Zanoni lembra que para motivar os funcionários, não é obrigado que as organizações gastem cifras significativas. E argumenta que o simples fato de elogiar o colaborador em virtude de uma solução adequada diante de determinado problema, dividir conquistas, mandar um e-mail informando a satisfação de um cliente bem atendido, um cartão de aniversário e até mesmo um telefonema inesperado do líder pode ter resultados impressionantes e positivos que impactam na motivação do indivíduo. “Acredito muito no aperto de mão e no abraço. São sempre bem-vindos e cheios de muito significado a qualquer hora e em qualquer lugar. E isso, que nós gestores de pessoas, chamamos de humanidade”, sintetiza.

Acessado em http://www.administradores.com.br/noticias/felicidade_e_um_reflexo_da_motivacao/13409/ em 28/12/2007.

Para quem tiver alguma sugestão de conteúdo para ser postado aqui no blog envie para news_hospitalar@yahoo.com.br que será atendida na medida do possível. Até a próxima!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Novas fotos da confraternização!!!

Estas são algumas fotos que foram tiradas pela câmera de Cinthya. Futuramente iremos publicar o restante das fotos.












Quem tiver sugestões de artigos ou notícias para serem postados no blog, enviem para news_hospitalar@yahoo.com.br que serão atendidas na medida do possível. Até o próximo post.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Feliz Natal!!! Ho Ho Ho!

Nós que fazemos parte do Blog News Hospitalar FG desejamos a todos os nossos leitores e amigos um Ótimo Feliz Natal, repleto de paz, harmonia, luz, sucesso, felicidade... resunindo, tudo o que há de bom! Em breve voltaremos com a postagem de notícias, artigos, livros entre outras coisas, sempre visando agradar e informar vocês, os nossos leitores! Gostaríamos de agradecer suas visitas e pedir que continuem a visitar nossa página e que também indiquem para seus amigos, pois não há nada melhor do que repartir o conhecimento. UM FELIZ NATAL PARA TODOS!!!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Reunião e outros assuntos!!!

Olá pessoal, tudo bem com vocês. Faz muito tem que não posto, mais é por pura falta de tempo Porém, agora que estou de férias as postagens serão mais frequentes. Agora, vamos começar nossas atividades.

Primeiramente, gostaria de avisar que amanhã as 19:00 horas na faculdade vamos fazer uma reunião com nossa turma para resolver as questões de nossa formatura, portanto e importantissímo a presença de todos.

Outra reunião que temos é com as pessoas que fizeram sua inscrição para o estágio na Prefeitura de Jaboatão. A reunião será na própria Prefeitura as 9:00 da manhã da sexta-feira (21/12/2007) com a Marília Maranhão. Vou me articular com a turma para ver como fazemos isso.

Saiu finalmente a primeira foto de nossa confraternização. Ficou bem legal, apesar de eu (Rafael) estar parecendo com o Jeremias (o bebo mais famoso da internet), porém acompanhado de duas belas anjinhas (Renata (esq.) e Flávinha (dir.)).



Na medida em que as fotos forem descarregas eu vou postando aqui.

Para quem ficou com inveja de algum presente que foi dado no amigo secreto, não posso fazer muita coisa. Para amenizar isso, vou colocar o link dos livros que Lidiane e Adriana ganharam.

Augusto Cury - Pais Brilhantes, Professores Fascinantes

Clique aqui para download: http://www.4shared.com/file/11629108/e5af94ad/Pais_brilhantes_Professores_fascinantes_-_Augusto_Cury.html?s=1

Kama Sutra - Técnicas de Prazer (esse já tem até fila de espera)

Clique aqui para download: http://www.4shared.com/file/19569863/6b0d4b25/Kama_Sutra-_Tecnicas_de_Prazer.html?s=1

Para finalizar este post, lembro a todos que o período de matrícula já começou, e é muito importante que se faça com antecedência, para haver tempo hábil em causo de algum problema.

Até o próximo post!!!

sábado, 8 de dezembro de 2007

Capacitação dos representantes e outros assuntos!!!

Olá amigos, dessa vez o post terá como assunto principal a capacitação dos representantes de turma lá da faculdade. O evento aconteceu em uma granja lá em Moreno, dando continuidade a capacitação ocorrida no ano passado no Rio Grande do Norte. O evento serviu para aprimorar as características ligadas a função de representante de turma, como respeito, imparcialidade, proatividade, paciência entre outros. Foi muito legal a oportunidade de interagir com os representantes de outras turmas e outros cursos, além de passar um dia ótimo e ter a oportunidade de relaxar. Abaixo agumas fotos que consegui do evento:


Agora, vamos a algumas matérias interessantes:

Devolução: clientes podem desistir da compra, mas lojas virtuais dificultam processo.

Mais de 85% dos consumidores pretendem fazer compras pela internet para o Natal deste ano. Com isso, o segmento de varejo on-line espera um crescimento de 45% nas vendas de final de ano com relação a 2006. Segundo a e-bit, a expectativa de faturamento é da ordem de R$ 1 bilhão, frente aos R$ 693 milhões do ano passado.

Apesar de ser uma maneira prática, rápida - e muitas vezes eficaz - de comprar, muitas coisas podem sair erradas nessa negociação, como entrega no endereço incorreto, não cumprimento do prazo de entrega, ou ainda, a dificuldade do cliente ser reembolsado quando desiste da compra.

Para alertar o consumidor, a Pro Teste realizou uma avaliação em 34 lojas virtuais testando a eficácia quando o cliente desiste da compra, e constatou que em apenas quatro delas o reembolso foi feito corretamente.

Fique atento

De acordo com o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), o cliente tem a possibilidade de devolver o que adquiriu, em até 7 dias, sem ter de dar nenhuma explicação à loja. A regra vale apenas para aquisições realizadas fora do estabelecimento comercial, ou seja, é garantida para compras virtuais. No entanto, a avaliação mostrou que a maioria das lojas virtuais não atendem satisfatoriamente o cliente nesse quesito e muitas nem informam sobre essa opção.

Entre os direitos que o consumidor têm, está a devolução integral do valor pago, incluindo o frete. Entretanto, na maioria das vezes, o reembolso não é integral e a empresa ainda acresce uma despesa de devolução. Além disso, segundo a Pro Teste, as lojas deveriam oferecer diversas formas para que a mercadoria fosse devolvida, o que não acontece. Cada loja tem apenas uma forma de devolução. Algumas exigem, ainda, que o consumidor pague os encargos da devolução, como por exemplo, as taxas de correio.

Outra grave constatação foi que, algumas lojas afirmam que farão o reembolso, recebem a mercadoria de volta e não devolvem o dinheiro ao comprador.

Cuidado

Para evitar problemas, é preciso prestar atenção em alguns detalhes. Comprar em lojas que não são recomendadas ou reconhecidas deve ser evitado sempre. Não compre se a loja não fornecer informações como razão social, CNPJ, endereço físico e telefone.

Pense bem antes de encomendar um presente e pedir para entregá-lo diretamente ao presenteado, porque pode ser mais difícil confirmar o recebimento e a integridade do produto. Evite pagar com depósito bancário ou reembolso postal, porque se a encomenda não for entregue, o prejuízo pode ser inevitável.

Se desistir da compra, lembre que o prazo para comunicar a empresa é de 7 dias. Se a loja informar como proceder, siga as instruções. Se não, envie carta com aviso de recebimento à empresa e aguarde instruções.

Acessado em: http://www.administradores.com.br/noticias/devolucao_clientes_podem_desistir_da_compra_mas_lojas_virtuais_dificultam_processo/13222/ em 08/11/2007.

Multinacionais deixam seus funcionários trabalharem em casa e produtividade aumenta.

Na IBM, existem várias formas diferentes de trabalhar e duas delas chamam atenção: o home-office e o trabalho parcial em casa. A primeira modalidade, na qual já estão inseridos 600 funcionários, vem crescendo bastante, nas palavras da gerente de clima organizacional e diversidade da IBM Brasil, Fabiana Galetol. É uma tendência que nasceu no exterior, sendo que, nos Estados Unidos, é "muito comum". O mote do regime é o acréscimo na produtividade dos funcionários e, conseqüentemente, na lucratividade das empresas.

Desde 2005, a Ticket também aposta no home-office. "Implantamos o regime entre os vendedores, porque acreditávamos que eles deveriam estar mais perto dos clientes. Era uma necessidade para que a empresa se tornasse mais competitiva. Mas eles não conseguiam, por conta do tempo que perdiam no deslocamento até a empresa. Além disso, a Ticket precisava reduzir custos operacionais e otimizar processos", explica o superintendente regional de vendas Eduardo Távora.

Motivação

"A surpresa foi que, de lá para cá, aumentamos nosso volume de vendas em 40%. E não foi um simples aumento, pois as vendas fechadas tinham mais qualidade, isto é, eram mais construtivas. E mais: antes, tínhamos a meta de uma visita a clientes por dia, por vendedor. No final das contas, conseguimos fazer 240 visitas a mais do que o estabelecido pela meta anualmente", comemora. "A conclusão é que os funcionários ficaram mais motivados e proativos".

Para ele, a motivação tem causa. Se trabalhando na empresa e perdendo um tempo desnecessário no trânsito uma mãe não tinha nem como levar os filhos à escola, hoje, trabalhando em casa, ela garante um convívio familiar mais harmônico e pode interferir da maneira ideal na educação dos filhos. Mais tranqüila e feliz, essa funcionária produzirá mais.

"Alguns funcionários que sempre quiseram emagrecer dizem que agora estão conseguindo fazer academia e se sentem mais satisfeitos. Isso é essencial para nós", acrescenta.

Prós e contras

Na avaliação de Fabiana, o funcionário ganha qualidade de vida e a empresa, produção. Ela explica: "Quem trabalha em casa se dispersa menos, produz mais, tem mais tempo para cuidar de si, e sem estresse, porque não pega trânsito. Para a empresa, ainda há uma redução de custo", diz.

A gerente de negócios da Ticket, Alessandra Pessoa Soares, que, por sinal, trabalha sob esse regime, concorda: "Hoje me sinto mais concentrada, focada. E tenho mais liberdade também. Consigo almoçar com a família, fazer ginástica e tenho mais tempo para sair com os amigos". Ela ainda revela que o aumento da produtividade é o ponto alto do home-office. "Estou rendendo muito mais. É incontestável".

O único ponto fraco, na opinião do superintendente da Ticket, é a falta do convívio com os amigos e colegas. Fato que, no início, causou medo entre os colaboradores convidados a trabalhar em casa. A saída encontrada pela multinacional foi instituir um "novo ritual de relacionamento", com reuniões mensais e mantendo avaliações de resultados e os esperados 'happy hours'.

Como funciona

No caso da IBM, a empresa reembolsa banda larga, material de escritório, mesa, cadeira apropriada, telefone e computador. Além disso, paga normalmente transporte e almoço. Já no trabalho parcial, o colaborador faz um acordo com o gerente e pede para trabalhar alguns dias da semana em casa, mantendo, assim, a mesa dele na empresa.

Esse tipo de trabalho, porém, é implementado com base na confiança e é importante que o colaborador fique o tempo inteiro conectado. "Cerca de 70% das funções que temos na IBM são elegíveis ao home-office, no entanto apenas funcionários com no mínimo seis meses de casa podem entrar para o regime, até porque consideramos importante eles se familiarizarem com a empresa e seu código de ética", explica a gerente da IBM.

Na Ticket, os funcionários que trabalham em casa ganham notebook, com todos os softwares e sistemas utilizados pela organização instalados, telefone, Internet com segurança, fax, cadeira, enfim, tudo que existe em um escritório comum. Além disso, o suporte técnico está sempre alerta para qualquer emergência.

Dicas

No treinamento da Ticket, até mesmo os familiares dos colaboradores participam. Eles são conscientizados da necessidade de não interromper o parente que está trabalhando em casa. A disciplina é essencial para profissionais que trabalham em casa.

As dicas de Alessandra são começar o expediente sempre no mesmo horário, de preferência à mesma hora em que começava a trabalhar na empresa, não ter televisão por perto e manter duas linhas de telefone: uma para casa e outra para o trabalho.

Acessado em: http://www.administradores.com.br/noticias/multinacionais_deixam_seus_funcionarios_trabalharem_em_casa_e_produtividade_aumenta/13207/ em 08/12/2007.

Dica de curso:

O site do Sebrae oferece alguns cursos gratuitos pela internet, voltados para a área de negócios. Para quem se interessar o site é: http://educacao.sebrae.com.br/ . É necessário fazer um cadastro. mais acredito que deve ser bem rápido. Pessoas que fizeram esses cursos me disserem que são muito bons.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Recados e notícias!!!

Olá pessoal, no post de hoje vou colocar algumas coisas interessantes que achei na internet e aproveitar para dar alguns recados:
  • Lembrem da palestra de hoje a noite na faculdade;
  • Os grupos que apresentaram o trabalho de gestão da inovação e que não disponibilizaram seus trabalhos no mail da turma;
  • Quem ainda não pagou a cota para nossa festa se apresse, pois os organizadores estão precisando dos recursos para fazer os preparativos;
  • Para fazer comentários aos posts do blog, basta apenas você ter um perfil no Orkut, já que as contas do orkut e do Blogger são ligadas à Google, bastando apenas ser informado o e-mail e a senha que você usa no Orkut para poder fazer seus comentário.
Bem, hoje não tive muito tempo para ler nada na internet, por isso estou postando algumas coisas interessantes que consegui pegar:

Livro sobre protuário eletrônico do paciente que foi elaborado pela Universidade Federal de São Paulo. Para quem se interessar pelo assunto é só baixar por este link: http://www.med.fm.usp.br/dim/livrosdim/prontuario.pdf
Artigo que fala da gestão de unidades de assistência à saúde feita por médicos. O título do artigo é "Doutores sem jaleco". Disponível em: http://www.hospitalar.adm.br/artigos/Art08.pdf
Artigo: "Gastos elevados em plano privado de saúde: com quem e em quê.". Fala sobre os gastos e o perfi l de benefi ciários de um plano de saúde privado e o impacto desses gastos nas fi nanças do plano e dos benefi ciários. Disponível em: http://www.hospitalar.adm.br/artigos/Art18.pdf
Cd do consultor de empresas Max Gehringer dos seus comentários na rádio CBN. Disponível para download em: http://rs44.rapidshare.com/files/13131206/Max_Gehringer.rar
Para quem se interessou pelo assunto dos desfibriladores abordado entem em sala de aula, aqui está a Lei que regulamentou seu uso em locais de grande concentração de pessoas. Disponível em: http://www.al.rs.gov.br/proposicoes/2004/pl/pl_n270-04.htm

Treze empresas brasileiras aparecem na lista das cem mais competitivas

Treze empresas brasileiras aparecem no ranking de 2007 elaborado pela consultoria Boston Group, que lista as cem companhias mais competitivas dos países em desenvolvimento. O Brasil é o terceiro país em número de representantes, atrás apenas da China, que têm 41 nomes, e da Índia, com 20 empresas.
Segundo a consultoria, que faz o ranking pelo segundo ano,"companhias dos países em desenvolvimento têm crescido tão rapidamente que ameaçam líderes da indústria mundial". "A indústria precisa conhecer estes novos rivais e agir o mais rápido possível", afirma David Michael, um dos responsáveis pelo estudo.
As gigantes nacionais que aparecem na lista são Vale, Petrobras, Embraer, Gerdau, Votorantim e Braskem. Também constam Sadia, Perdigão, Natura, Coteminas, WEG, JBS-Friboi e Marcopolo --estas duas últimas estréiam no ranking.
Ao todo, 3.000 empresas foram avaliadas a partir de seus lucros, faturamento e previsão de investimentos. Depois do Brasil, as nações com mais empresas são México (sete) e Rússia (seis). A Argentina e o Chile têm apenas uma empresa cada.
Isso porque, segundo o estudo, as empresas de países em desenvolvimento estão crescendo três vezes mais que as 500 maiores dos Estados Unidos - representadas no indicador Standard & Poor´s da Bolsa de Nova York - desde 2004. Além disso, o número de aquisições feitas por essas companhias subiu de 21, em 2000, para 72, em 2006.

Acessado em: http://www.administradores.com.br/noticias/treze_empresas_brasileiras_aparecem_na_lista_das_cem_mais_competitivas/13186/ em 07/12/2007.